Pânico e Fobia, sempre há um pano de fundo

Atualizado: 18 de ago. de 2021


Um primeiro ponto a compreender sobre o pânico e as fobias é a nossa percepção da realidade.

A nossa consciência está ancorada no presente, junto ao nosso corpo e nossas emoções, entretanto, nossos pensamentos nos levam ao futuro e ao passado em questão de segundos e são eles quem dirigem nossas reações emocionais, sentimentos, posturas de reatividade, atitude e até as alterações fisiológicos como a taquicardia, falta de ar, aceleração da respiração, tremedeira, sudorese e etc.

Os pensamentos quando no presente, no aqui e agora, nos permitem tomar atitude, agir diante dos desafios, quando no passado, usa nosso referencial de experiências não agradáveis, aprendizado negativos, crenças limitantes para construir uma imagem de risco que não é real, pois não aconteceu.

Vou lhe dar um exemplo: Se imagine diante de um Pit-Bull muito bravo, ele late, rosna e se prepara para lhe atacar. Você sente medo do cachorro? É claro que Não! Seu medo é que ele te morda ou machuque. Seu medo sempre é uma projeção sobre um risco que não é real pois não aconteceu.

Esse medo que nos faz ter pensamentos deste tipo é um padrão construído pela nossa mente com o intuito de nos proteger, e faz todo sentido, pois era assim no tempo das cavernas, nos primórdios da nossa história. O pânico é uma estratégia inconsciente e inteligente criada por você para sobreviver.

O problema começa quando nossa mente desaprende a diferenciar o que é real do que é realmente imaginário e a intensidade das reações do nosso corpo, que nos impedem de tomar uma atitude real.

Se a origem destas reações orgânicas durante um episódio de Pânico ou fobia surge um padrão de pensamentos, geralmente repetitivos, gerir estes pensamentos é o melhor caminho para solucionar este desafio tão incômodo, que pode te impedir de sair de casa, se relacionar ou confiar na vida.



O Segundo ponto é que muitas vezes este Pânico e medo nem está relacionado às experiências passadas e traumas, mas uma estratégia da mente para sobreviver, associando o perigo e ameaça de forma simbólica a outras coisas. Um olhar sistêmico pode ser importante na busca e tratamento destes sintomas.

O terceiro ponto sobre este assunto é a necessidade de a pessoa redesenhar a sua postura diante de seus padrões emocionais, algumas vezes o sintoma é uma fuga, para não lidar com a realidade ou a melhor escolha diante de um desafio muito difícil, eu também vivi isso.

A Programação Neolinguística (PNL) é uma técnica muito eficaz para ‘’reprogramar’’ nossas memórias e padrões emocionais, é possível adestrar a nossa mente a um novo aprendizado, redesenhando a reação fisiológica e nos colocar em outra postura diante dos desafios do cotidiano que antes eram muito arriscados ou amedrontadores.

A hipnose também é uma ótima alternativa para lidar com este tipo de sintoma e tem resultados muito imediatos, pois atua em níveis pré-conscientes, aquela parte nossa bem instintiva, que responde a um estímulo antes mesmo de percebermos.

O apoio medicamentoso pode ser importante quando ministrado pelo medico responsável, enquanto a causa real dos sintomas é tratada na terapia.

Tem mais informações sobre a Hipnose e PNL no menu lá em cima, leia se te interessar.

Se quiser agendar uma avaliação gratuita, posso falar mais sobre o assunto, tirar suas dúvidas e dar algumas dicas que já podem ajudar de imediato.

Obrigado por chegar até aqui.





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